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Discipulado

Discipulado não deveria ser um programa na igreja, mas a própria cultura da igreja, onde cada cristão deseja ajudar o próximo a se tornar mais igual a Cristo. Aqui podemos aprender do próprio Cristo.

Jesus discipulou 12 homens desenvolvendo um relacionamento com eles. Ele andou, comeu, dormiu, e viveu entre eles. Durante esse tempo, Jesus ajudou os 12 a se tornarem mais iguais a Ele. Ou seja, não pode haver discipulado efetivo sem relacionamento e relacionamento se desenvolve mais facilmente 1 a 1.

Ademais, Jesus discipulou os 12 homens intencionalmente. Primeiro, pois foi intencional ao escolher os 12 discípulos. Seria impossível Jesus discipular as multidões; portanto, Ele intencionalmente escolheu 12 homens. Segundo, pois os ensinamentos de Jesus foram intencionais. Por exemplo, alguns dias após Pedro ter negado a Cristo três vezes durante seu julgamento, Ele conversou com Pedro caminhando pela praia. Ao longo da conversa, Cristo fez três vezes a pergunta: “Pedro, você me ama?” Cristo deseja restaurar seu relacionamento com Pedro. Ao perguntar três vezes “você me ama”, Cristo estava lembrando Pedro de suas três negações. E mais: Jesus estava preparando Pedro para assumir o pastorado da igreja. Nas três vezes Pedro respondeu: “Sim, o Senhor sabe que o amo”, ao que Jesus respondeu: “Pastoreie as minhas ovelhas”. Aquela conversa tinha uma intenção: restauração de relacionamento e preparação para o pastoreio. O discipulado é intencional.

No discipulado, um irmão mais maduro ajuda intencionalmente um irmão mais imaturo a se tornar mais igual a Cristo através do desenvolvimento de um relacionamento entre eles.